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	<title>Comentários sobre Blog do Daniel Bryan</title>
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	<description>o mercado, a comunicação, focadas em imagem, conectividade, interatividade e cibercultura</description>
	<lastBuildDate>Thu, 20 May 2010 23:06:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comentário sobre Eventos, estratégia interativa por Armando Vernaglia Jr</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/eventos-estrategia-interativa/comment-page-1/#comment-118</link>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 May 2010 23:06:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=102#comment-118</guid>
		<description>Olá Daniel,

Outro dia a Cris e eu estávamos tecendo uma teoria sobre o por que pessoas preferem ir ao cinema em comparação a um museu. A primeira conclusão (entre outras) que chegamos foi a sensorial, o cinema estimula visão e audição do ser humano, o museu só a visão. Além disso o ambiente do cinema estimula o tato, coisa que o museu não faz, pois ninguém pode encostar em nada num museu, ou seja, a amplitude de alcance do cinema acaba sendo maior que a visitação de um museu, daí a preferência popular. Hoje o museu mais visitado do Brasil é o da Língua Portuguesa, exatamente por que ele é interativo, estimula mais sentidos.

Acho que podemos puxar esse raciocínio para os eventos. Um bom evento estimula todos os sentidos do ser humano, teremos os aromas e sabores de comidas, os sons das músicas e das pessoas, a visão de tudo à nossa volta, a decoração, as roupas, o tato do ambiente, das coisas, enfim, os 5 sentidos do ser humano são acionados em um evento. Além disso, o ser humano é um animal social, e o evento permite o contato humano.

Enfim, é isso que penso, um evento estimula todos os sentidos e permite a sociabilidade do ser humano, daí um evento ser algo rico e interessante. Agora, se um evento for ruim, ele irá desagradar muito, pois essa &quot;ruindade&quot; irá atingir vários sentidos... imagina evento com comida ruim, num local mal cheiroso, barulhento e cheio de poluição visual... será um desastre completo.

Por isso evento tem que ter planejamento, e o planejamento, no meu modo de ver, deve respeitar os 5 sentidos do ser humano, e a sociabilidade também. Um evento com tudo perfeito aos 5 sentidos, mas com som tão alto que não permita a conversa (sociabilidade), também pode fracassar.

Vivemos no tempo da internet, as pessoas ficam mais distantes por causa da facilidade do virtual, num tempo desses, estimular a sociabilidade é ter certeza de sucesso num evento.

É isso.
[]&#039;s
Armando</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Daniel,</p>
<p>Outro dia a Cris e eu estávamos tecendo uma teoria sobre o por que pessoas preferem ir ao cinema em comparação a um museu. A primeira conclusão (entre outras) que chegamos foi a sensorial, o cinema estimula visão e audição do ser humano, o museu só a visão. Além disso o ambiente do cinema estimula o tato, coisa que o museu não faz, pois ninguém pode encostar em nada num museu, ou seja, a amplitude de alcance do cinema acaba sendo maior que a visitação de um museu, daí a preferência popular. Hoje o museu mais visitado do Brasil é o da Língua Portuguesa, exatamente por que ele é interativo, estimula mais sentidos.</p>
<p>Acho que podemos puxar esse raciocínio para os eventos. Um bom evento estimula todos os sentidos do ser humano, teremos os aromas e sabores de comidas, os sons das músicas e das pessoas, a visão de tudo à nossa volta, a decoração, as roupas, o tato do ambiente, das coisas, enfim, os 5 sentidos do ser humano são acionados em um evento. Além disso, o ser humano é um animal social, e o evento permite o contato humano.</p>
<p>Enfim, é isso que penso, um evento estimula todos os sentidos e permite a sociabilidade do ser humano, daí um evento ser algo rico e interessante. Agora, se um evento for ruim, ele irá desagradar muito, pois essa &#8220;ruindade&#8221; irá atingir vários sentidos&#8230; imagina evento com comida ruim, num local mal cheiroso, barulhento e cheio de poluição visual&#8230; será um desastre completo.</p>
<p>Por isso evento tem que ter planejamento, e o planejamento, no meu modo de ver, deve respeitar os 5 sentidos do ser humano, e a sociabilidade também. Um evento com tudo perfeito aos 5 sentidos, mas com som tão alto que não permita a conversa (sociabilidade), também pode fracassar.</p>
<p>Vivemos no tempo da internet, as pessoas ficam mais distantes por causa da facilidade do virtual, num tempo desses, estimular a sociabilidade é ter certeza de sucesso num evento.</p>
<p>É isso.<br />
[]&#8216;s<br />
Armando</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Comentário sobre Eventos, estratégia interativa por Tchello Pacheco</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/eventos-estrategia-interativa/comment-page-1/#comment-117</link>
		<dc:creator>Tchello Pacheco</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2010 18:16:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=102#comment-117</guid>
		<description>Oi Daniel,

Eu acho que o envolvimento vem da felicidade, encontro, variedade, liberdade, objetivos em comum, ver e ser visto que um evento compartilha em nível individual ou coletivo.

abs,
Tchello</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Daniel,</p>
<p>Eu acho que o envolvimento vem da felicidade, encontro, variedade, liberdade, objetivos em comum, ver e ser visto que um evento compartilha em nível individual ou coletivo.</p>
<p>abs,<br />
Tchello</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Redes pessoais por Daniel Bryan</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/redes-pessoais/comment-page-1/#comment-116</link>
		<dc:creator>Daniel Bryan</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 23:00:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=98#comment-116</guid>
		<description>Olá Luiz, obrigado pela presença e o comentário.

Minha opinião sobre o Orkut (especificamente) é que foi bom enquanto a proposta estava fresca, depois foi sofrendo transformações com base em nossa cultura. Orkut é a rede social mais usada pelos brasileiros, sua audiência é quase que exclusiva nossa (no EUA é Facebook seguido de MySpace).

Ao comparar a programação da TV “a cabo” a “aberta”, notamos como a aberta é decadente.  Mas não é ruim for falta de conhecimento, verba, recursos ou carência de idéias. Programação de TV é estratégica, reflexo daquilo que os pesquisadores apontam como o que o brasileiro quer como conteúdo.

Traçando uma analogia podemos equiparar Orkut a TV aberta, onde encontramos novelas, sensualidade, futilidades infinitas a troco de prender a atenção.

Então o problema não é o Orkut, este neutro assim como qualquer ferramenta (mundo físico: martelo, machado, caneta – internet: emails, redes sociais, msn) e sim das pessoas de como as utilizam.

Valeu e volte mais vezes!

[]`s
Daniel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luiz, obrigado pela presença e o comentário.</p>
<p>Minha opinião sobre o Orkut (especificamente) é que foi bom enquanto a proposta estava fresca, depois foi sofrendo transformações com base em nossa cultura. Orkut é a rede social mais usada pelos brasileiros, sua audiência é quase que exclusiva nossa (no EUA é Facebook seguido de MySpace).</p>
<p>Ao comparar a programação da TV “a cabo” a “aberta”, notamos como a aberta é decadente.  Mas não é ruim for falta de conhecimento, verba, recursos ou carência de idéias. Programação de TV é estratégica, reflexo daquilo que os pesquisadores apontam como o que o brasileiro quer como conteúdo.</p>
<p>Traçando uma analogia podemos equiparar Orkut a TV aberta, onde encontramos novelas, sensualidade, futilidades infinitas a troco de prender a atenção.</p>
<p>Então o problema não é o Orkut, este neutro assim como qualquer ferramenta (mundo físico: martelo, machado, caneta – internet: emails, redes sociais, msn) e sim das pessoas de como as utilizam.</p>
<p>Valeu e volte mais vezes!</p>
<p>[]`s<br />
Daniel</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Redes pessoais por luiz antonio batista dos santos</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/redes-pessoais/comment-page-1/#comment-114</link>
		<dc:creator>luiz antonio batista dos santos</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 22:12:43 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=98#comment-114</guid>
		<description>olá  daniel, gostei muito  deste  artigo, é  uma visão muito sábia, e ao mesmo  tempo  sensata,no  inicio parecia  ser muito  legal a  cominicação  pelo  orkut, hoje  vejo como  algo rotineiro e superficial... valeu abraço</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>olá  daniel, gostei muito  deste  artigo, é  uma visão muito sábia, e ao mesmo  tempo  sensata,no  inicio parecia  ser muito  legal a  cominicação  pelo  orkut, hoje  vejo como  algo rotineiro e superficial&#8230; valeu abraço</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Redes pessoais por Daniel Bryan</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/redes-pessoais/comment-page-1/#comment-115</link>
		<dc:creator>Daniel Bryan</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 15:22:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=98#comment-115</guid>
		<description>Fala Armando, agradeço a sua presença no blog e o excelente comentário.

Penso que a essência do problema seja cultural mesmo.

Primeiro o aspecto da baixa cultura, o emburrecimento da sociedade em detrimento de seus problemas, entram em uma rotina paranóica entre trabalho e consumo onde mal sobra tempo, aqui sacrificam o hábito de pensar e o exercício da reflexão.

Vemos como exemplo a grande maioria dos jovens onde dificilmente estão interessados em aprender, passam tempo nas escolas/faculdades trocando o conhecimento por soluções práticas para nota, porque querem o diploma para justificar a promoção no trabalho.

Segundo, questão da cultura do brasileiro que não se enquadra nos valores da cultura da rede, este último dissemina a idéia que contribuir é melhor do que competir. Surge um novo mercado e modelo de remuneração baseado em quanto à solução é relevante.

Na prática vejo que tanto as redes sociais como outras ferramentas da internet são reduzidos ao jeitinho brasileiro. Pessoas querem baixar, ler, usufruir, sem investir seu tempo para contribuir, porque dá trabalho. Um simples down via torrent por exemplo, nunca notei a presença de sementes brasileiras.

Se brasileiros não conseguem contribuir nem com a liberação da banda UP de seus downloads, quanto mais investir tempo para criar bons conteúdos. A mesma lógica segue para o mundo físico, o diálogo como relacionamento é uma troca, o brasileiro adora favorzinho alheio, mas detesta empenhar para ajudar ao próximo. Quando ele nota que fulano faz boas práticas ou sobe bom conteúdo na rede, pensam que ele pode fazer estas coisas, deve ter muito dinheiro sobrando! Então mais uma vez tenho que ter para ser e assim vai...

Valeu por tudo!

[]`s
Daniel</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Armando, agradeço a sua presença no blog e o excelente comentário.</p>
<p>Penso que a essência do problema seja cultural mesmo.</p>
<p>Primeiro o aspecto da baixa cultura, o emburrecimento da sociedade em detrimento de seus problemas, entram em uma rotina paranóica entre trabalho e consumo onde mal sobra tempo, aqui sacrificam o hábito de pensar e o exercício da reflexão.</p>
<p>Vemos como exemplo a grande maioria dos jovens onde dificilmente estão interessados em aprender, passam tempo nas escolas/faculdades trocando o conhecimento por soluções práticas para nota, porque querem o diploma para justificar a promoção no trabalho.</p>
<p>Segundo, questão da cultura do brasileiro que não se enquadra nos valores da cultura da rede, este último dissemina a idéia que contribuir é melhor do que competir. Surge um novo mercado e modelo de remuneração baseado em quanto à solução é relevante.</p>
<p>Na prática vejo que tanto as redes sociais como outras ferramentas da internet são reduzidos ao jeitinho brasileiro. Pessoas querem baixar, ler, usufruir, sem investir seu tempo para contribuir, porque dá trabalho. Um simples down via torrent por exemplo, nunca notei a presença de sementes brasileiras.</p>
<p>Se brasileiros não conseguem contribuir nem com a liberação da banda UP de seus downloads, quanto mais investir tempo para criar bons conteúdos. A mesma lógica segue para o mundo físico, o diálogo como relacionamento é uma troca, o brasileiro adora favorzinho alheio, mas detesta empenhar para ajudar ao próximo. Quando ele nota que fulano faz boas práticas ou sobe bom conteúdo na rede, pensam que ele pode fazer estas coisas, deve ter muito dinheiro sobrando! Então mais uma vez tenho que ter para ser e assim vai&#8230;</p>
<p>Valeu por tudo!</p>
<p>[]`s<br />
Daniel</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Redes pessoais por Armando Vernaglia Jr</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/redes-pessoais/comment-page-1/#comment-113</link>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 14:39:07 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=98#comment-113</guid>
		<description>Olá Daniel, gostei do artigo, provoca reflexões. Interessante que recentemente tenho discutido a relevância de relacionamentos virtuais e nesse processo recebi do amigo William Riga (@popmidia) a indicação deste excelente artigo - http://bit.ly/c3QW94 - sobre a diferença entre quem apenas suga conteúdo daqueles que contribuem esporadicamente, para os que realmente contribuem com frequência e dedicação... é uma proporção de 99 para 1...
Isso traz a tona a questão dos números de relacionamentos virtuais, as pessoas tem milhares de contatos, as vezes milhões, mas continuam tendo 3 ou 4 amigos de verdade, então qual a relevância do número alto se agrega pouco?
E mais, por que todos querem a atenção alheia, mas poucos querem dar essa atenção?
Vivemos no mundo da audiência, todos querem ter, como redes de TV, mas assim como essas redes, ninguém quer dar audiência pros outros, penso que isso é algo que tende a um buraco sem fim e sem graça, com um monte de gente falando sem ninguém escutando, todos falando pros próprios umbigos até que comecem a perceber que era mais legal, útil e relevante quando as pessoas se encontravam, apertavam as mãos, olhavam nos olhos uma da outra e conversavam, resolviam questões, fechavam negócios, criavam amizades etc... o mundo virtual tem limitações enormes na criação de relevência verdadeira, profunda.
Para pensar, valeu pelo artigo.
Vamos falando.
[]&#039;s
Armando</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Daniel, gostei do artigo, provoca reflexões. Interessante que recentemente tenho discutido a relevância de relacionamentos virtuais e nesse processo recebi do amigo William Riga (@popmidia) a indicação deste excelente artigo &#8211; <a href="http://bit.ly/c3QW94" rel="nofollow">http://bit.ly/c3QW94</a> &#8211; sobre a diferença entre quem apenas suga conteúdo daqueles que contribuem esporadicamente, para os que realmente contribuem com frequência e dedicação&#8230; é uma proporção de 99 para 1&#8230;<br />
Isso traz a tona a questão dos números de relacionamentos virtuais, as pessoas tem milhares de contatos, as vezes milhões, mas continuam tendo 3 ou 4 amigos de verdade, então qual a relevância do número alto se agrega pouco?<br />
E mais, por que todos querem a atenção alheia, mas poucos querem dar essa atenção?<br />
Vivemos no mundo da audiência, todos querem ter, como redes de TV, mas assim como essas redes, ninguém quer dar audiência pros outros, penso que isso é algo que tende a um buraco sem fim e sem graça, com um monte de gente falando sem ninguém escutando, todos falando pros próprios umbigos até que comecem a perceber que era mais legal, útil e relevante quando as pessoas se encontravam, apertavam as mãos, olhavam nos olhos uma da outra e conversavam, resolviam questões, fechavam negócios, criavam amizades etc&#8230; o mundo virtual tem limitações enormes na criação de relevência verdadeira, profunda.<br />
Para pensar, valeu pelo artigo.<br />
Vamos falando.<br />
[]&#8216;s<br />
Armando</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Relacionamento 2.0 por Daniel Bryan</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/comment-page-1/#comment-110</link>
		<dc:creator>Daniel Bryan</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 15:35:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=92#comment-110</guid>
		<description>Olá Antonio Rodrigues, discussão sobre ser eficiente ou eficaz tem muitas vertentes... nas áreas Adm(s) e RH, a primeira é fazer uma tarefa com a maior qualidade possível, com planejamento e execução precisa e detalhista.  A segunda, obter o melhor resultado com menor gasto de energia.

Para ficar mais simples, o eficiente é a pessoa que faz tudo certo. Faz A, B e C em 20 minutos, do jeito que você pediu.

O eficaz faz X, Y e Z em 10 minutos consegue um resultado igual ao eficiente. Ou seja, ele foi mais eficaz na tarefa. Fez em menos tempo e passos no processo. Conseguiu encontrar uma maneira mais rápida e simples de fazer um determinado procedimento.

Acho que é isso... os exemplos ficam por sua conta e boa sorte na faculdade.

[]’s
Daniel Bryan</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Antonio Rodrigues, discussão sobre ser eficiente ou eficaz tem muitas vertentes&#8230; nas áreas Adm(s) e RH, a primeira é fazer uma tarefa com a maior qualidade possível, com planejamento e execução precisa e detalhista.  A segunda, obter o melhor resultado com menor gasto de energia.</p>
<p>Para ficar mais simples, o eficiente é a pessoa que faz tudo certo. Faz A, B e C em 20 minutos, do jeito que você pediu.</p>
<p>O eficaz faz X, Y e Z em 10 minutos consegue um resultado igual ao eficiente. Ou seja, ele foi mais eficaz na tarefa. Fez em menos tempo e passos no processo. Conseguiu encontrar uma maneira mais rápida e simples de fazer um determinado procedimento.</p>
<p>Acho que é isso&#8230; os exemplos ficam por sua conta e boa sorte na faculdade.</p>
<p>[]’s<br />
Daniel Bryan</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Todo poderoso por Armando Vernaglia Jr</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/todo-poderoso/comment-page-1/#comment-112</link>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 01:26:32 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=95#comment-112</guid>
		<description>Fala Daniel, a vida de prestador de serviço é assim mesmo, mas penso que há outros tipos de cliente, temos aqueles que tem tantas dúvidas que passam horas e horas em reuniões tentando decidir os próprios problemas administrativos com você ali olhando e pensando &quot;mas não me chamaram aqui para decidir o briefing?&quot;, tem o cliente resmungão, que passa a reunião inteira reclamando do Brasil, dos políticos, de tudo, aí fecha o negócio e te dá uma canseira para pagar, dando exemplo de que ele é igual ao que reclama, entre tantos outros...

Mas existem os bons clientes, acho que isso independe de porte mas sim da atitude do líder da empresa, empresa liderada por pessoa boa age de boa fé, mas empresas lideradas por gente ruim, só pode gerar dor de cabeça.

Vale pelo aprendizado, você acaba aprendendo a ver a empresa logo nas primeiras reuniões e com isso vale ver se deve ou não apostar no projeto. Hoje penso o seguinte, mais do que imaginar ser eu sou o cara certo para trabalhar para algum cliente, penso se o cliente é o cara certo para trabalhar comigo, se for, o trabalho sempre será bom. Se não, nem passo da primeira reunião pois não vai prestar... trabalho que começa torto vai torto até o final, não vale a pena.

Abração,
Armando</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Daniel, a vida de prestador de serviço é assim mesmo, mas penso que há outros tipos de cliente, temos aqueles que tem tantas dúvidas que passam horas e horas em reuniões tentando decidir os próprios problemas administrativos com você ali olhando e pensando &#8220;mas não me chamaram aqui para decidir o briefing?&#8221;, tem o cliente resmungão, que passa a reunião inteira reclamando do Brasil, dos políticos, de tudo, aí fecha o negócio e te dá uma canseira para pagar, dando exemplo de que ele é igual ao que reclama, entre tantos outros&#8230;</p>
<p>Mas existem os bons clientes, acho que isso independe de porte mas sim da atitude do líder da empresa, empresa liderada por pessoa boa age de boa fé, mas empresas lideradas por gente ruim, só pode gerar dor de cabeça.</p>
<p>Vale pelo aprendizado, você acaba aprendendo a ver a empresa logo nas primeiras reuniões e com isso vale ver se deve ou não apostar no projeto. Hoje penso o seguinte, mais do que imaginar ser eu sou o cara certo para trabalhar para algum cliente, penso se o cliente é o cara certo para trabalhar comigo, se for, o trabalho sempre será bom. Se não, nem passo da primeira reunião pois não vai prestar&#8230; trabalho que começa torto vai torto até o final, não vale a pena.</p>
<p>Abração,<br />
Armando</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Todo poderoso por Nezu</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/todo-poderoso/comment-page-1/#comment-111</link>
		<dc:creator>Nezu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 19:40:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=95#comment-111</guid>
		<description>Nem precisa de post... o vídiozinho fala tudo...

Adorei!!!

Abraços Bryan</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nem precisa de post&#8230; o vídiozinho fala tudo&#8230;</p>
<p>Adorei!!!</p>
<p>Abraços Bryan</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre As práticas publicitárias frente à cultura digital por luiz antonio batista dos santos</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/monografia/comment-page-1/#comment-41</link>
		<dc:creator>luiz antonio batista dos santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2010 17:17:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=1#comment-41</guid>
		<description>parabens daniel pelo belo trabalho que voce desenvolve, e pelo proficional responsável e competente que  voce  é.QUE DEUS lhe abençôe e  te dê cada  dia  mais a inspiração para melhorar a cada dia  mais  e  mais .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>parabens daniel pelo belo trabalho que voce desenvolve, e pelo proficional responsável e competente que  voce  é.QUE DEUS lhe abençôe e  te dê cada  dia  mais a inspiração para melhorar a cada dia  mais  e  mais .</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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