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	<title>Comentários sobre: Liberdade na Internet</title>
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	<description>o mercado, a comunicação, focadas em imagem, conectividade, interatividade e cibercultura</description>
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		<title>Por: Daniel Bryan</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/liberdade-na-internet/#comment-63</link>
		<dc:creator>Daniel Bryan</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2009 15:27:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=60#comment-63</guid>
		<description>Fala Armando,

Temos 3 grandes conflitos: 1º a Liberdade na Internet, 2º Projetos como do Azeredo e em 3º os Direitos dos Autores.

Sobre o 1º, penso que a Internet é formada por um conjunto de padrões, normas e regras que já deram certo e que em essência é neutra – considerando a Internet um instrumento assim como uma caneta, faca ou câmera (não leve em conta a relação de grandezas, apenas um exemplo), fica por nossa conta assumir a responsabilidade pelos nossos atos: se para o bem ou para o mal.

2º, os usuário da Internet sabem a lógica e a cultura das redes e identificam que tais projetos como o do Azeredo são apelativos. Dá a entender que não foram discutidos visando os interesses humanos e sim outros interesses, como os financeiros seguindo o caso da indústria do entretenimento. Também entendo que todos desejam a regulação justa na rede, porém regular é uma coisa e proibir, censurar, apelos morais e etc são outros... acho que por um lado a Internet impulsiona mudanças em alguns mercados como dos grandes mediadores, por outro, também proporcionou mudanças para o progresso e avanço social e cultural nunca antes visto – graças a liberdade das redes e outros fatores.

3º, concordo que os autores necessitam do pagamento das suas obras, a grande parte são “idéias” que estão até fora de suportes físicos, mais que foram empenhados muito esforço e dedicação. Já existe uma proposta idealizada por grandes especialistas e pensadores da Rede, o Creative Commons no qual pretendo falar nos próximos posts. Punir, bloquear acesso, reprimir moralmente ou apoiar as grandes mídias e indústrias do entretenimento não resolve a questão de retribuir os serviços de quem vive de idéias na nova economia que surge das redes. Deixo o exemplo dos grandes roteiristas de Hollywood, que mesmo desenvolvendo a parte essencial de um filme, muitas vezes não conseguem pagar as suas contas no final do mês pela abundância de ofertas de profissionais, pelos intervalos entre os projetos e outros fatores.

Queremos liberdade mais ao mesmo tempo estar seguros. Na rede, isso é um paradoxo porque a liberdade pode ser uma contraposição quando estamos conectados... “estar conectado” é interagir com várias pessoas e isso coloca alguns riscos por conta da exposição, gera falta de privacidade pelo grau de envolvimento e etc.

Acho que é isso, obrigado pelos comentários e espero ter contribuído.

[]`s
Daniel Bryan</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Armando,</p>
<p>Temos 3 grandes conflitos: 1º a Liberdade na Internet, 2º Projetos como do Azeredo e em 3º os Direitos dos Autores.</p>
<p>Sobre o 1º, penso que a Internet é formada por um conjunto de padrões, normas e regras que já deram certo e que em essência é neutra – considerando a Internet um instrumento assim como uma caneta, faca ou câmera (não leve em conta a relação de grandezas, apenas um exemplo), fica por nossa conta assumir a responsabilidade pelos nossos atos: se para o bem ou para o mal.</p>
<p>2º, os usuário da Internet sabem a lógica e a cultura das redes e identificam que tais projetos como o do Azeredo são apelativos. Dá a entender que não foram discutidos visando os interesses humanos e sim outros interesses, como os financeiros seguindo o caso da indústria do entretenimento. Também entendo que todos desejam a regulação justa na rede, porém regular é uma coisa e proibir, censurar, apelos morais e etc são outros&#8230; acho que por um lado a Internet impulsiona mudanças em alguns mercados como dos grandes mediadores, por outro, também proporcionou mudanças para o progresso e avanço social e cultural nunca antes visto – graças a liberdade das redes e outros fatores.</p>
<p>3º, concordo que os autores necessitam do pagamento das suas obras, a grande parte são “idéias” que estão até fora de suportes físicos, mais que foram empenhados muito esforço e dedicação. Já existe uma proposta idealizada por grandes especialistas e pensadores da Rede, o Creative Commons no qual pretendo falar nos próximos posts. Punir, bloquear acesso, reprimir moralmente ou apoiar as grandes mídias e indústrias do entretenimento não resolve a questão de retribuir os serviços de quem vive de idéias na nova economia que surge das redes. Deixo o exemplo dos grandes roteiristas de Hollywood, que mesmo desenvolvendo a parte essencial de um filme, muitas vezes não conseguem pagar as suas contas no final do mês pela abundância de ofertas de profissionais, pelos intervalos entre os projetos e outros fatores.</p>
<p>Queremos liberdade mais ao mesmo tempo estar seguros. Na rede, isso é um paradoxo porque a liberdade pode ser uma contraposição quando estamos conectados&#8230; “estar conectado” é interagir com várias pessoas e isso coloca alguns riscos por conta da exposição, gera falta de privacidade pelo grau de envolvimento e etc.</p>
<p>Acho que é isso, obrigado pelos comentários e espero ter contribuído.</p>
<p>[]`s<br />
Daniel Bryan</p>
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	<item>
		<title>Por: Lucy</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/liberdade-na-internet/#comment-62</link>
		<dc:creator>Lucy</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2009 15:05:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=60#comment-62</guid>
		<description>Oi Amorzinho,

Mais uma lei medíocre nesse país, um verdadeiro absurdo!

A lei do senador Azeredo nasce mais preocupada em proteger os interesses de empresas estrangeiras da indústria do entretenimento do que em proteger cidadãos brasileiros vítimas de crimes na rede.

O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural. A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana.

Bjs
Lucynha</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Amorzinho,</p>
<p>Mais uma lei medíocre nesse país, um verdadeiro absurdo!</p>
<p>A lei do senador Azeredo nasce mais preocupada em proteger os interesses de empresas estrangeiras da indústria do entretenimento do que em proteger cidadãos brasileiros vítimas de crimes na rede.</p>
<p>O uso dos computadores e das redes são hoje incontornáveis, oferecendo oportunidades de trabalho, de educação e de lazer a milhares de brasileiros. Vejam o impacto das redes sociais, dos software livres, do e-mail, da Web, dos fóruns de discussão, dos telefones celulares cada vez mais integrados à Internet. O que vemos na rede é, efetivamente, troca, colaboração, sociabilidade, produção de informação, ebulição cultural. A Internet requalificou as práticas colaborativas, reunificou as artes e as ciências, superando uma divisão erguida no mundo mecânico da era industrial. A Internet representa, ainda que sempre em potência, a mais nova expressão da liberdade humana.</p>
<p>Bjs<br />
Lucynha</p>
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	<item>
		<title>Por: Armando Vernaglia Jr</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/liberdade-na-internet/#comment-61</link>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2009 21:29:26 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=60#comment-61</guid>
		<description>Fala Daniel!

Estive lendo seu texto e refletindo sobre a questão da liberdade. Acho que há um ponto a ser considerado.

O que é liberdade? Liberdade não é a possibilidade de agir ao bem prazer, mas sim de agir livremente desde que de forma socialmente aceitável.

Toda sociedade tem seus códigos de conduta, regras, leis, morais etc, a internet não é um mundo separado do mundo humano, não é uma sociedade independente, pelo contrário, ela é unica e exclusivamente uma rede que conecta seres humanos, e como tal, é apenas um reflexo da sociedade.

Se para a sociedade precisamos ter leis pois os seres humanos aparentemente são incapazes de se auto regulamentar e viver em sociedade sem maiores transtornos, então precisamos de leis e regulamentação para a internet pois ela é feita pelos mesmos humanos que precisam de leis fora da rede.

Assim, o referido projeto de lei tem erros grosseiros, é verdade, mas o problema não é tentar regulamentar a rede, e sim fazê-lo de forma discutida, debatida e abrangendo a todos os interesses humanos. Regulamentar é necessário, a forma atualmente proposta parece errada, mas o fato em si não é um erro.

É como o caso da pirataria, baixar uma música e não pagar por ela é errado pelo ponto de vista do artista que precisa ganhar para se sustentar, assim como pagam pelos minhas fotos e pelos seus trabalhos em web e video, o pagamento é parte da sociedade capitalista, precisa existir.

Ou seja, o problema não é o programa de P2P, mas o uso que alguns fazem dele. Assim como o problema da pedofilia não é o Orkut, mas o uso que alguns imbecis fizeram dele e que felizmente agora estão presos.

Por isso é necessário pensar em formas de regulamentação, em alterações dos códigos civil e penal para abranger crimes cibernéticos e por aí vai.

Não vejo segurança e liberdade como opostos, não é isso que queremos nas ruas? Liberdade para ir e vir com segurança de não sermos mortos numa esquina qualquer? O mesmo vale para a rede, que é tão somente um reflexo social, e não uma sociedade à parte.

Que comentário longo... chega.
Abração,
Armando Vernaglia Jr</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Daniel!</p>
<p>Estive lendo seu texto e refletindo sobre a questão da liberdade. Acho que há um ponto a ser considerado.</p>
<p>O que é liberdade? Liberdade não é a possibilidade de agir ao bem prazer, mas sim de agir livremente desde que de forma socialmente aceitável.</p>
<p>Toda sociedade tem seus códigos de conduta, regras, leis, morais etc, a internet não é um mundo separado do mundo humano, não é uma sociedade independente, pelo contrário, ela é unica e exclusivamente uma rede que conecta seres humanos, e como tal, é apenas um reflexo da sociedade.</p>
<p>Se para a sociedade precisamos ter leis pois os seres humanos aparentemente são incapazes de se auto regulamentar e viver em sociedade sem maiores transtornos, então precisamos de leis e regulamentação para a internet pois ela é feita pelos mesmos humanos que precisam de leis fora da rede.</p>
<p>Assim, o referido projeto de lei tem erros grosseiros, é verdade, mas o problema não é tentar regulamentar a rede, e sim fazê-lo de forma discutida, debatida e abrangendo a todos os interesses humanos. Regulamentar é necessário, a forma atualmente proposta parece errada, mas o fato em si não é um erro.</p>
<p>É como o caso da pirataria, baixar uma música e não pagar por ela é errado pelo ponto de vista do artista que precisa ganhar para se sustentar, assim como pagam pelos minhas fotos e pelos seus trabalhos em web e video, o pagamento é parte da sociedade capitalista, precisa existir.</p>
<p>Ou seja, o problema não é o programa de P2P, mas o uso que alguns fazem dele. Assim como o problema da pedofilia não é o Orkut, mas o uso que alguns imbecis fizeram dele e que felizmente agora estão presos.</p>
<p>Por isso é necessário pensar em formas de regulamentação, em alterações dos códigos civil e penal para abranger crimes cibernéticos e por aí vai.</p>
<p>Não vejo segurança e liberdade como opostos, não é isso que queremos nas ruas? Liberdade para ir e vir com segurança de não sermos mortos numa esquina qualquer? O mesmo vale para a rede, que é tão somente um reflexo social, e não uma sociedade à parte.</p>
<p>Que comentário longo&#8230; chega.<br />
Abração,<br />
Armando Vernaglia Jr</p>
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