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	<title>Comentários sobre: Relacionamento 2.0</title>
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	<description>o mercado, a comunicação, focadas em imagem, conectividade, interatividade e cibercultura</description>
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		<title>Por: Daniel Bryan</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-110</link>
		<dc:creator>Daniel Bryan</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2010 15:35:00 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Antonio Rodrigues, discussão sobre ser eficiente ou eficaz tem muitas vertentes... nas áreas Adm(s) e RH, a primeira é fazer uma tarefa com a maior qualidade possível, com planejamento e execução precisa e detalhista.  A segunda, obter o melhor resultado com menor gasto de energia.

Para ficar mais simples, o eficiente é a pessoa que faz tudo certo. Faz A, B e C em 20 minutos, do jeito que você pediu.

O eficaz faz X, Y e Z em 10 minutos consegue um resultado igual ao eficiente. Ou seja, ele foi mais eficaz na tarefa. Fez em menos tempo e passos no processo. Conseguiu encontrar uma maneira mais rápida e simples de fazer um determinado procedimento.

Acho que é isso... os exemplos ficam por sua conta e boa sorte na faculdade.

[]’s
Daniel Bryan</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Antonio Rodrigues, discussão sobre ser eficiente ou eficaz tem muitas vertentes&#8230; nas áreas Adm(s) e RH, a primeira é fazer uma tarefa com a maior qualidade possível, com planejamento e execução precisa e detalhista.  A segunda, obter o melhor resultado com menor gasto de energia.</p>
<p>Para ficar mais simples, o eficiente é a pessoa que faz tudo certo. Faz A, B e C em 20 minutos, do jeito que você pediu.</p>
<p>O eficaz faz X, Y e Z em 10 minutos consegue um resultado igual ao eficiente. Ou seja, ele foi mais eficaz na tarefa. Fez em menos tempo e passos no processo. Conseguiu encontrar uma maneira mais rápida e simples de fazer um determinado procedimento.</p>
<p>Acho que é isso&#8230; os exemplos ficam por sua conta e boa sorte na faculdade.</p>
<p>[]’s<br />
Daniel Bryan</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Antonio Rodrigues Santos</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-109</link>
		<dc:creator>Antonio Rodrigues Santos</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 12:13:47 +0000</pubDate>
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		<description>bom dia Daniel Bryan,por gentileza poderia me da um exemplo de pessoas eficiênte é eficaz? sou aluno da UNIP faço administraçao e o meu professor me pediu que fizesse um trabalho a respeito se puder me ajudar eu te agradeço muito,tenha um bom dia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>bom dia Daniel Bryan,por gentileza poderia me da um exemplo de pessoas eficiênte é eficaz? sou aluno da UNIP faço administraçao e o meu professor me pediu que fizesse um trabalho a respeito se puder me ajudar eu te agradeço muito,tenha um bom dia.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Nezu</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-108</link>
		<dc:creator>Carlos Nezu</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 13:01:57 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Dani...

Vou tentar mais uma reflexão.

Calma, calma...é brincadeira...

Grande abraço e até o próximo post.

:)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Dani&#8230;</p>
<p>Vou tentar mais uma reflexão.</p>
<p>Calma, calma&#8230;é brincadeira&#8230;</p>
<p>Grande abraço e até o próximo post.<br />
 <img src='http://blog.bryan.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Bryan</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-107</link>
		<dc:creator>Daniel Bryan</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 18:32:46 +0000</pubDate>
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		<description>Fala Nezu, idéias que puxam idéias, experiências, reflexões, conflito de opiniões... este é o verdadeiro propósito do blog. Todo este movimento fruto de interações é bem interessante, daí surgem muitos aprendizados :D Confesso que estou muito feliz com o blog e isso graça a participação de vocês, obrigado e valeu a todos!

Vou dizer o que penso sem muita base em sociologia ou outras ciências... compartilho da opinião que a sociedade é estratificada e que o sistema possui mecanismos regulador para impor a ordem, existe o lugar do pobre e rico, tanto no âmbito profissional como social.

Os exemplos suscitados foram inteligentes e bem próprio... partindo do pressuposto que tanto o mercado como a sociedade está enrijecido, não restando muitas brechas para a mobilidade, então o capitalismo pode ser considerado uma utopia? Digo isso porque ele surge com a promessa de melhora com o esforço, com a superação incessante poder haver crescimento... é um sistema que dá as pessoas oportunidade de serem reis se quiserem, promovem diferenciação social com base nas conquistas (quem tem mais, pode mais... quem tem menos, pode menos, quem luta melhora), diferente do sistema socialista e comunista.

Também empresas inovadoras tendem a comprar umas as outras tendendo ao monopólio, doutro lado existe uma a &quot;classe servil&quot; seja social ou corporativo. Parece que a barreira que separa os 2 universos são cada vez mais distantes...

Podemos dizer que neste contexto existe um cheque-mate? Ou, neste tabuleiro ainda há espaço para movimentar as peças? O que de fato move as peças?

Voltando a estaca zero, vimos que relacionamento em serviços gera negócios, trouxemos alguns exemplos de experiências, teses, argumentos... surgiu a empatia como determinante, depois a suposta técnica, posicionamento, a atuação adequada, a formação, as classes sociais e corporativas, comportamentos, os valores, o sistema e muitos outros argumentos.

Existe um caminho ou direção específica? Resposta bastante difícil e talvez quem tenha encontrado não se aplique para as outras pessoas, se não todos que leram um livro de auto-ajuda estariam milionárias :D

Alguém arrisca mais reflexão? hehehe

Grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Nezu, idéias que puxam idéias, experiências, reflexões, conflito de opiniões&#8230; este é o verdadeiro propósito do blog. Todo este movimento fruto de interações é bem interessante, daí surgem muitos aprendizados <img src='http://blog.bryan.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  Confesso que estou muito feliz com o blog e isso graça a participação de vocês, obrigado e valeu a todos!</p>
<p>Vou dizer o que penso sem muita base em sociologia ou outras ciências&#8230; compartilho da opinião que a sociedade é estratificada e que o sistema possui mecanismos regulador para impor a ordem, existe o lugar do pobre e rico, tanto no âmbito profissional como social.</p>
<p>Os exemplos suscitados foram inteligentes e bem próprio&#8230; partindo do pressuposto que tanto o mercado como a sociedade está enrijecido, não restando muitas brechas para a mobilidade, então o capitalismo pode ser considerado uma utopia? Digo isso porque ele surge com a promessa de melhora com o esforço, com a superação incessante poder haver crescimento&#8230; é um sistema que dá as pessoas oportunidade de serem reis se quiserem, promovem diferenciação social com base nas conquistas (quem tem mais, pode mais&#8230; quem tem menos, pode menos, quem luta melhora), diferente do sistema socialista e comunista.</p>
<p>Também empresas inovadoras tendem a comprar umas as outras tendendo ao monopólio, doutro lado existe uma a &#8220;classe servil&#8221; seja social ou corporativo. Parece que a barreira que separa os 2 universos são cada vez mais distantes&#8230;</p>
<p>Podemos dizer que neste contexto existe um cheque-mate? Ou, neste tabuleiro ainda há espaço para movimentar as peças? O que de fato move as peças?</p>
<p>Voltando a estaca zero, vimos que relacionamento em serviços gera negócios, trouxemos alguns exemplos de experiências, teses, argumentos&#8230; surgiu a empatia como determinante, depois a suposta técnica, posicionamento, a atuação adequada, a formação, as classes sociais e corporativas, comportamentos, os valores, o sistema e muitos outros argumentos.</p>
<p>Existe um caminho ou direção específica? Resposta bastante difícil e talvez quem tenha encontrado não se aplique para as outras pessoas, se não todos que leram um livro de auto-ajuda estariam milionárias <img src='http://blog.bryan.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Alguém arrisca mais reflexão? hehehe</p>
<p>Grande abraço.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Carlos Nezu</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-103</link>
		<dc:creator>Carlos Nezu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 12:43:49 +0000</pubDate>
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		<description>Olá a todos.

Parece que o blog está funcionando Dani. rs

Vou tentar mais uma pessoal, não me levem a mal, pensamento em profundidade pode incomodar...rs

Comecemos por fazer uma simples reflexão.
Quantos somos em nosso país? 190 milhões
Destes, quantos são negros? mais da metade.
E cadê a classe média negra deste país?
Aí escutarei de alguns: Eu conheço o pai do amigo do meu cunhado ele é bem de vida...
Gente, o sistema permite que pouquíssimas pessoas tenham mobilidade social, mas permite. É o caso dos jogadores de futbol, os meninos do google, o caso da cutrale como Armando nos contou etc...
Já pensou todo mundo patrão?
Mas voltando a questão inicial.
Quando vamos ao banco, ao hospital e falaremos com o gerente/ médico negro?  No conselho de uma grande empresa ter um homem negro? No senado, no congresso, nas instituições realmentes importantes e centrais de um país?
Se o sistema permitisse a mobilidade social como o sonhado life style americano, nós no brasil teríamos uma classe média negra já que são a maioria a 500 anos. E por que não a temos? Por falta de força de vontade dos mesmos ou pela oportunidade proibitiva de chegar lá e ser alguém.
Por que mais de 90 milhões de negros se contentam em limpar nossos banheiros, cuidar de nossos filhos, fazer nossa segurança e nossa comida, ao invés da classe média fazer o mesmo por eles?
Por que o sistema de fato não permite. A chamada coerção social que age cada vez que os indivíduos procuram assumir papéis que não lhe pertencem, faz os mesmos crescerem conformados com a dura e desgraçada vida.
Jovens da periferia passeando no bairro dos jardins no domingo são abordados pela polícia e humilhados frente a elite que aplaude o ato violento com medo de serem roubados. O recado é: Voltem para sua favela, o Jardins não é lugar de gente como vocês! E eles voltam.
É interessante perceber que a coerção e xiste como elemento regulador da ordem de uma sociedade e acontece a todo instante em diversos níveis sociais, logo, profissionais.
A coisa está estratificada sim...o pobre não entra em maresias..seu lugar é na praia grande e se caso ele tentar fazer sua farofa lá, e mesmo que ele tenha dinheiro, o sistema possui vários recursos na manga para retirar a gentalha de lá. E pode ter certeza, ela saíra de lá sabendo que ali não é umlugar para ela.
Abraços a todos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos.</p>
<p>Parece que o blog está funcionando Dani. rs</p>
<p>Vou tentar mais uma pessoal, não me levem a mal, pensamento em profundidade pode incomodar&#8230;rs</p>
<p>Comecemos por fazer uma simples reflexão.<br />
Quantos somos em nosso país? 190 milhões<br />
Destes, quantos são negros? mais da metade.<br />
E cadê a classe média negra deste país?<br />
Aí escutarei de alguns: Eu conheço o pai do amigo do meu cunhado ele é bem de vida&#8230;<br />
Gente, o sistema permite que pouquíssimas pessoas tenham mobilidade social, mas permite. É o caso dos jogadores de futbol, os meninos do google, o caso da cutrale como Armando nos contou etc&#8230;<br />
Já pensou todo mundo patrão?<br />
Mas voltando a questão inicial.<br />
Quando vamos ao banco, ao hospital e falaremos com o gerente/ médico negro?  No conselho de uma grande empresa ter um homem negro? No senado, no congresso, nas instituições realmentes importantes e centrais de um país?<br />
Se o sistema permitisse a mobilidade social como o sonhado life style americano, nós no brasil teríamos uma classe média negra já que são a maioria a 500 anos. E por que não a temos? Por falta de força de vontade dos mesmos ou pela oportunidade proibitiva de chegar lá e ser alguém.<br />
Por que mais de 90 milhões de negros se contentam em limpar nossos banheiros, cuidar de nossos filhos, fazer nossa segurança e nossa comida, ao invés da classe média fazer o mesmo por eles?<br />
Por que o sistema de fato não permite. A chamada coerção social que age cada vez que os indivíduos procuram assumir papéis que não lhe pertencem, faz os mesmos crescerem conformados com a dura e desgraçada vida.<br />
Jovens da periferia passeando no bairro dos jardins no domingo são abordados pela polícia e humilhados frente a elite que aplaude o ato violento com medo de serem roubados. O recado é: Voltem para sua favela, o Jardins não é lugar de gente como vocês! E eles voltam.<br />
É interessante perceber que a coerção e xiste como elemento regulador da ordem de uma sociedade e acontece a todo instante em diversos níveis sociais, logo, profissionais.<br />
A coisa está estratificada sim&#8230;o pobre não entra em maresias..seu lugar é na praia grande e se caso ele tentar fazer sua farofa lá, e mesmo que ele tenha dinheiro, o sistema possui vários recursos na manga para retirar a gentalha de lá. E pode ter certeza, ela saíra de lá sabendo que ali não é umlugar para ela.<br />
Abraços a todos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Daniel Bryan</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-106</link>
		<dc:creator>Daniel Bryan</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 23:32:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=92#comment-106</guid>
		<description>Alá Amorzinha, achei bastante pertinente o seu comentário por alguns motivos específicos... o seu segmento de mercado é do alto luxo, isso significa que não é para qualquer um e sim para o público A.

Vamos consideram seus clientes como pessoas que deram certo, estão em uma posição de liderança tanto no mercado como na sociedade, tem toda a sorte de bens materiais como em formação... procuram também espaços compatíveis com a sua posse, ou seja, espaço classe A. Para uma empresa que é líder de mercado projetada para trabalhar com perfil de pessoas A, existe toda uma especialização e diferenciação muito bem pontuada e percebida, então, se é espaço X, Y ou Z não importa... o cliente tem dinheiro para contratar qualquer um destes.... se os valores (tanto financeiro, estilo e diferencias) estão tão bem explorados e acima da maioria... acho que é ai a onde o bom atendimento e a empatia estabelecida vira fator determinante... o que acha?

No seu caso, o que vale mais é empatia... e em outros mercados? No geral, será que a atitude não tem mais peso? O caso da sua amiga, é possível quantificar o quanto ela quer e está disposta a pagar um preço por um sucesso profissional?

Obrigado pelo comentário e beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alá Amorzinha, achei bastante pertinente o seu comentário por alguns motivos específicos&#8230; o seu segmento de mercado é do alto luxo, isso significa que não é para qualquer um e sim para o público A.</p>
<p>Vamos consideram seus clientes como pessoas que deram certo, estão em uma posição de liderança tanto no mercado como na sociedade, tem toda a sorte de bens materiais como em formação&#8230; procuram também espaços compatíveis com a sua posse, ou seja, espaço classe A. Para uma empresa que é líder de mercado projetada para trabalhar com perfil de pessoas A, existe toda uma especialização e diferenciação muito bem pontuada e percebida, então, se é espaço X, Y ou Z não importa&#8230; o cliente tem dinheiro para contratar qualquer um destes&#8230;. se os valores (tanto financeiro, estilo e diferencias) estão tão bem explorados e acima da maioria&#8230; acho que é ai a onde o bom atendimento e a empatia estabelecida vira fator determinante&#8230; o que acha?</p>
<p>No seu caso, o que vale mais é empatia&#8230; e em outros mercados? No geral, será que a atitude não tem mais peso? O caso da sua amiga, é possível quantificar o quanto ela quer e está disposta a pagar um preço por um sucesso profissional?</p>
<p>Obrigado pelo comentário e beijos.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Lucy M. Costa</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-102</link>
		<dc:creator>Lucy M. Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 23:04:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=92#comment-102</guid>
		<description>Oi Amorzinho, boa noite!

Refletindo sobre seu post em minha área de atuação, tenho certeza que bons negócios são sim fechados pela empatia.

Diariamente deparo com um perfil de público exigente que busca além de qualidade no serviço um fornecedor onde o “santo tem que bater” e graças a Deus as pessoas encontram isso em mim... assim, fecho ótimos negócios e crio uma amizade saudável entre fornecedor e cliente.

Sobre o comentário do Carlos concordo parcialmente. Tenho um exemplo clássico que você conhece onde distorce a teoria de que filho de peixe peixinho é... a vida não é bem assim.

Esta amiga nasceu em berço de ouro, estudou nas melhores escolas de São Paulo, viajou o mundo inteiro, mas infelizmente não consegue ser independente.  Até hoje vive nas custas dos pais... nem dinheiro para pagar a fatura do celular tem... vive uma fantasia...  Se jogá-la no mercado não sobreviverá por muito tempo... uma pena!

Também conheço pessoas que são filhos de peões, “pessoas humildes e simples”, mas que lutaram e hoje se encontram em posição de destaque.

Se algo não está dando certo, pare tudo... recomece, reinvente... mas não desiste... sempre achamos soluções neste mundo cão. O ser humano é expert em sobreviver!!!!

Nunca esqueço um comentário de um professor que durante a crise me disse: enquanto uns choram outros vendem lenços :P

Te amo,
Lucy</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Amorzinho, boa noite!</p>
<p>Refletindo sobre seu post em minha área de atuação, tenho certeza que bons negócios são sim fechados pela empatia.</p>
<p>Diariamente deparo com um perfil de público exigente que busca além de qualidade no serviço um fornecedor onde o “santo tem que bater” e graças a Deus as pessoas encontram isso em mim&#8230; assim, fecho ótimos negócios e crio uma amizade saudável entre fornecedor e cliente.</p>
<p>Sobre o comentário do Carlos concordo parcialmente. Tenho um exemplo clássico que você conhece onde distorce a teoria de que filho de peixe peixinho é&#8230; a vida não é bem assim.</p>
<p>Esta amiga nasceu em berço de ouro, estudou nas melhores escolas de São Paulo, viajou o mundo inteiro, mas infelizmente não consegue ser independente.  Até hoje vive nas custas dos pais&#8230; nem dinheiro para pagar a fatura do celular tem&#8230; vive uma fantasia&#8230;  Se jogá-la no mercado não sobreviverá por muito tempo&#8230; uma pena!</p>
<p>Também conheço pessoas que são filhos de peões, “pessoas humildes e simples”, mas que lutaram e hoje se encontram em posição de destaque.</p>
<p>Se algo não está dando certo, pare tudo&#8230; recomece, reinvente&#8230; mas não desiste&#8230; sempre achamos soluções neste mundo cão. O ser humano é expert em sobreviver!!!!</p>
<p>Nunca esqueço um comentário de um professor que durante a crise me disse: enquanto uns choram outros vendem lenços <img src='http://blog.bryan.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Te amo,<br />
Lucy</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Armando Vernaglia Jr</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-101</link>
		<dc:creator>Armando Vernaglia Jr</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 11:55:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=92#comment-101</guid>
		<description>Olá Daniel, olá Carlos.

O que me preocupa aqui, em seu comentário Carlos, é a verificação de uma estratificação social, é uma sociedade de castas afinal?

Embora o senso geral e a maioria dos exemplos que podemos encontrar por aí me faça pender para uma concordância com essa tese, as exceções não me permitem. Há um bom número de casos de pessoas de berços pobres que hoje são ricas e assim estão pois não se conformaram com as delimitações de suas castas Silvio Santos seria um exemplo óbvio, mas existem centenas de famílias, especialmente imigrantes que chegaram muito pobres da Europa e que aqui empreenderam indústrias, agro negócios. A família Cutrale, de feirantes chegaram aos maiores indústriais da laranja no mundo. Entre outros.

A tese das castas me incomoda pois as barreiras são mais psicológicas do que reais, aqui não é a India, estamos mais para os EUA em termos de possibilidades sociais, embora não sejamos tão agressivos quanto eles.

Eu tendo a acreditar na tese de que o que vale no final é a capacidade de empreender, de não se sujeitar à zona de conforto e de assumir papéis adequados a cada situação. Outro dia fechei um bom negócio pois saí de casa com a certeza de que o faria, a empresa era longe e me consumiria duas horas de trânsito para chegar lá, e mais duas para voltar de lá, pensei comigo: &quot;não vou ficar esse tempo todo no trânsito para não fechar negócio, vou lá e vou fechar isso&quot;... me convenci de tal forma dessa certeza que fechei o negócio na primeira reunião e estou aqui hoje, sábado de carnaval, trabalhando graças a isso, mas a venda foi feita e foi assim conseguida pela minha atitude e pelo uso de técnicas adequadas à situação.

O que impede qualquer um de conseguir o mesmo é o medo, medo de fracassar, de perder tempo, de errar, de falar bobagem, e medo de deixar de ser o que é para ser mais do que isso, falo por consciência própria.

Falando nisso tudo, Daniel, no final não foi caso de empatia, ganhei o negócio no prazo e na qualidade, ainda há diferenciais a serem explorados, mas isso só acontece pessoalmente, olhos nos olhos, não é empatia, mas segurança. Depois falamos mais disso pessoalmente.

Abração
Armando</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Daniel, olá Carlos.</p>
<p>O que me preocupa aqui, em seu comentário Carlos, é a verificação de uma estratificação social, é uma sociedade de castas afinal?</p>
<p>Embora o senso geral e a maioria dos exemplos que podemos encontrar por aí me faça pender para uma concordância com essa tese, as exceções não me permitem. Há um bom número de casos de pessoas de berços pobres que hoje são ricas e assim estão pois não se conformaram com as delimitações de suas castas Silvio Santos seria um exemplo óbvio, mas existem centenas de famílias, especialmente imigrantes que chegaram muito pobres da Europa e que aqui empreenderam indústrias, agro negócios. A família Cutrale, de feirantes chegaram aos maiores indústriais da laranja no mundo. Entre outros.</p>
<p>A tese das castas me incomoda pois as barreiras são mais psicológicas do que reais, aqui não é a India, estamos mais para os EUA em termos de possibilidades sociais, embora não sejamos tão agressivos quanto eles.</p>
<p>Eu tendo a acreditar na tese de que o que vale no final é a capacidade de empreender, de não se sujeitar à zona de conforto e de assumir papéis adequados a cada situação. Outro dia fechei um bom negócio pois saí de casa com a certeza de que o faria, a empresa era longe e me consumiria duas horas de trânsito para chegar lá, e mais duas para voltar de lá, pensei comigo: &#8220;não vou ficar esse tempo todo no trânsito para não fechar negócio, vou lá e vou fechar isso&#8221;&#8230; me convenci de tal forma dessa certeza que fechei o negócio na primeira reunião e estou aqui hoje, sábado de carnaval, trabalhando graças a isso, mas a venda foi feita e foi assim conseguida pela minha atitude e pelo uso de técnicas adequadas à situação.</p>
<p>O que impede qualquer um de conseguir o mesmo é o medo, medo de fracassar, de perder tempo, de errar, de falar bobagem, e medo de deixar de ser o que é para ser mais do que isso, falo por consciência própria.</p>
<p>Falando nisso tudo, Daniel, no final não foi caso de empatia, ganhei o negócio no prazo e na qualidade, ainda há diferenciais a serem explorados, mas isso só acontece pessoalmente, olhos nos olhos, não é empatia, mas segurança. Depois falamos mais disso pessoalmente.</p>
<p>Abração<br />
Armando</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Daniel Bryan</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-105</link>
		<dc:creator>Daniel Bryan</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Feb 2010 11:32:03 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=92#comment-105</guid>
		<description>Fala Armando, acredito que seja uma sociedade formada por castas e que a mobilidade social e o crescimento profissional é cada vez mais difícil, é ai que entra a capacidade de empreender e inovar. Mesmo assim, temos muitos exemplos, tanto de pessoas como empresas que começaram de baixo e conseguiram conquistar uma posição de liderança.

Você comentou um ponto importante, as vezes o medo, achismos, falta de estrutura, falta/excesso de dinheiro, acomodação, enfim, podemos chamar este conjunto de coisas negativas (que estão fora de uma realidade saudável e nada contribui para o sucesso) como &quot;deformidades&quot;... penso que tanto o rico como pobre, culto ou não culto, esperto ou bobo, esquerdo ou direito... todos acabam levando características do ambiente em que vive, histórico de vida, criação e assim por diante... mas esta pessoa tem a chance de tentar enxergar estas deformidades e começar a criar formas e estratégias para combater até vencer.

Para alguns está bom do jeito que vivem, para outros não, tentam melhorar a cada dia, uns conseguem, outros não, difícil quantificar o quanto uma pessoa deseja, o quanto ela empenhará esforços para conseguir...  independente de conseguir ou não, penso que temos que tentar e fazer o melhor a cada dia... pois só assim estaremos mais próximos do que queremos.

Outra questão bastante subjetiva e imprevisível, mesmo o profissional querendo muito subir na vida e tomando todas as atitudes cabíveis para alcançar, quem garante que irá conseguir? Será que são os valores? A força de vontade? A coragem e a atitude bastam? A empatia? O poder empreendedor? Sorte? Ou um pouco de tudo isso?

Parabéns pelo negócio, valeu pela reflexão e comentário e grande abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala Armando, acredito que seja uma sociedade formada por castas e que a mobilidade social e o crescimento profissional é cada vez mais difícil, é ai que entra a capacidade de empreender e inovar. Mesmo assim, temos muitos exemplos, tanto de pessoas como empresas que começaram de baixo e conseguiram conquistar uma posição de liderança.</p>
<p>Você comentou um ponto importante, as vezes o medo, achismos, falta de estrutura, falta/excesso de dinheiro, acomodação, enfim, podemos chamar este conjunto de coisas negativas (que estão fora de uma realidade saudável e nada contribui para o sucesso) como &#8220;deformidades&#8221;&#8230; penso que tanto o rico como pobre, culto ou não culto, esperto ou bobo, esquerdo ou direito&#8230; todos acabam levando características do ambiente em que vive, histórico de vida, criação e assim por diante&#8230; mas esta pessoa tem a chance de tentar enxergar estas deformidades e começar a criar formas e estratégias para combater até vencer.</p>
<p>Para alguns está bom do jeito que vivem, para outros não, tentam melhorar a cada dia, uns conseguem, outros não, difícil quantificar o quanto uma pessoa deseja, o quanto ela empenhará esforços para conseguir&#8230;  independente de conseguir ou não, penso que temos que tentar e fazer o melhor a cada dia&#8230; pois só assim estaremos mais próximos do que queremos.</p>
<p>Outra questão bastante subjetiva e imprevisível, mesmo o profissional querendo muito subir na vida e tomando todas as atitudes cabíveis para alcançar, quem garante que irá conseguir? Será que são os valores? A força de vontade? A coragem e a atitude bastam? A empatia? O poder empreendedor? Sorte? Ou um pouco de tudo isso?</p>
<p>Parabéns pelo negócio, valeu pela reflexão e comentário e grande abraço.</p>
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		<title>Por: Daniel Bryan</title>
		<link>http://blog.bryan.com.br/relacionamento-2-0/#comment-104</link>
		<dc:creator>Daniel Bryan</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 12:30:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.bryan.com.br/?p=92#comment-104</guid>
		<description>Olá Nezu, interessante a sua colocação e o caso da sua irmã. Concordo que uma estrutura técnica e psicologica ajuda a competir e vencer, mas até que ponto isso é determinante? No caso da sua irmã deu certo, mas conhecemos vários outros casos que não deram, mesmo com a mesma ou maior estrutura que a sua irmã teve. Penso que independente da educação, de como fomos criados, o sucesso estaria mais ligado a força de vontade, determinação, &quot;a pegada&quot; de cada um do que condições financeiras-socio-piscicológicas?

Se sucesso é determinante e pode ser previsto com uma boa formação e técnica, então somos nós quem gera filhos para o sucesso ou fracasso? Em outras palavras, se um pai não puder investir a infra necessária para ser um vencedor, então este filho estará fadado ao fracasso a não ser a salvo por uma remota probabilidade?

Entendo a sua colocação, sei que os &quot;pobres e humildes&quot; que deram certos (a exemplo do nosso presidente) são &quot;um em um milhão&quot;, nem todos são Ronaldinho, Kaká, Alexandre Pato, Robinho e Roberto Carlos, destes jogadores, alguns saíram da &quot;favelinha&quot; e conseguiram vencer, outros, como o Kaká, nasceram em &quot;berço de ouro&quot; e foram projetados para vencer. Ambos chegaram, assim como tem muitos jogadores pobres e ricos que disputam partidas por uma cesta básica... o que foi determinante? Será a sorte, talento, capacidade, infra, criação, crença, valores, empatia?

Quanto maior a condição, maior a probabilidade (lembrando da nossa conversa pessoalmente na última sexta), um profissional que chega de carro popular, falando ué, sem técnica, sem estrutura, baixa cultura, dificilmente terá as mesmas facilidades ou chances de quem tem todas as condições para vencer... ele disputa com caras que fizeram colégio bandeirantes, faculdade na usp, filhos de pais bem sucedidos, anda de carro importado, já morou no exterior e fala 3 línguas... uma pessoa deste perfil olha para um possível cliente na fissura de vencer.

Por outro lado, acho que a vida dará chances ao desfavorecido para se desenvolver, melhorar, talvez com muito mais trabalho e dificuldade do que quem tem estrutura... mas ele pode chegar lá.

Aqui chega o ponto de conflito, a grande questão é... quais são as chances? Sabemos que os espaços para crescimento são cada vez menores, podemos ter como referência os países desenvolvidos e notamos que é cada vez mais raro o pobre virar classe média, o classe média virar rico... a mobilidade social e profissional é cada vez mais difícil, será que aqui entra a criatividade para conseguir espaço?

Sobre o poder de compra não interferir na construção cultural, achei muito interessante e concordo plenamente... notamos isso nos ricos emergentes, que embora tenham dinheiro trouxeram hábitos e costumes de quando eram pobres.

Valeu a reflexão, obrigado pela presença e abração.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Nezu, interessante a sua colocação e o caso da sua irmã. Concordo que uma estrutura técnica e psicologica ajuda a competir e vencer, mas até que ponto isso é determinante? No caso da sua irmã deu certo, mas conhecemos vários outros casos que não deram, mesmo com a mesma ou maior estrutura que a sua irmã teve. Penso que independente da educação, de como fomos criados, o sucesso estaria mais ligado a força de vontade, determinação, &#8220;a pegada&#8221; de cada um do que condições financeiras-socio-piscicológicas?</p>
<p>Se sucesso é determinante e pode ser previsto com uma boa formação e técnica, então somos nós quem gera filhos para o sucesso ou fracasso? Em outras palavras, se um pai não puder investir a infra necessária para ser um vencedor, então este filho estará fadado ao fracasso a não ser a salvo por uma remota probabilidade?</p>
<p>Entendo a sua colocação, sei que os &#8220;pobres e humildes&#8221; que deram certos (a exemplo do nosso presidente) são &#8220;um em um milhão&#8221;, nem todos são Ronaldinho, Kaká, Alexandre Pato, Robinho e Roberto Carlos, destes jogadores, alguns saíram da &#8220;favelinha&#8221; e conseguiram vencer, outros, como o Kaká, nasceram em &#8220;berço de ouro&#8221; e foram projetados para vencer. Ambos chegaram, assim como tem muitos jogadores pobres e ricos que disputam partidas por uma cesta básica&#8230; o que foi determinante? Será a sorte, talento, capacidade, infra, criação, crença, valores, empatia?</p>
<p>Quanto maior a condição, maior a probabilidade (lembrando da nossa conversa pessoalmente na última sexta), um profissional que chega de carro popular, falando ué, sem técnica, sem estrutura, baixa cultura, dificilmente terá as mesmas facilidades ou chances de quem tem todas as condições para vencer&#8230; ele disputa com caras que fizeram colégio bandeirantes, faculdade na usp, filhos de pais bem sucedidos, anda de carro importado, já morou no exterior e fala 3 línguas&#8230; uma pessoa deste perfil olha para um possível cliente na fissura de vencer.</p>
<p>Por outro lado, acho que a vida dará chances ao desfavorecido para se desenvolver, melhorar, talvez com muito mais trabalho e dificuldade do que quem tem estrutura&#8230; mas ele pode chegar lá.</p>
<p>Aqui chega o ponto de conflito, a grande questão é&#8230; quais são as chances? Sabemos que os espaços para crescimento são cada vez menores, podemos ter como referência os países desenvolvidos e notamos que é cada vez mais raro o pobre virar classe média, o classe média virar rico&#8230; a mobilidade social e profissional é cada vez mais difícil, será que aqui entra a criatividade para conseguir espaço?</p>
<p>Sobre o poder de compra não interferir na construção cultural, achei muito interessante e concordo plenamente&#8230; notamos isso nos ricos emergentes, que embora tenham dinheiro trouxeram hábitos e costumes de quando eram pobres.</p>
<p>Valeu a reflexão, obrigado pela presença e abração.</p>
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